A.M
Talvez ninguem mereça que eu perca o sono. Mas eu perco. E penso. Na tentativa insana de saber o que poderia ter sido e que não foi; pra onde teria ido a minha vida se as escolhas tivessem sido outras, se eu fosse capaz de ficar ali do lado. Daquele lado que não era, necessariamente, o meu. Será que dormir pra sempre poderia me fazer esquecer? Será que pra sempre é mesmo tanto tempo?
Escrito por Carol às 20h49
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